terça-feira, 22 de maio de 2007
Arquivo - "O Mundo" de Rodrigo Leão no Casino de Lisboa
Arquivo - Nos bastidores do "Hora H"
[Publicado em 16-03-2007 no jornal Noticias da Manha]
http://www.noticiasdamanha.net/
sábado, 19 de maio de 2007
Arquivo - Tony Carreira no Campo Pequeno
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Arquivo - “Super Herman” hoje e amanhã no Casino Lisboa
Segundo Paulo Dias (director da UAU), o convite para que Herman voltasse ao teatro já estava feito há alguns anos, visto que ele esteve durante algum tempo dedicado exclusivamente a televisão. Porém, em finais do ano passado e depois de um ultimato chegaram a um acordo.Assim nasceu “Super Herman”. Herman José acredita que a vida seja feita por ciclos e deu como exemplo a alternância entre os talk-show e os programas de humor que tem feito e relembrou os diversos espectáculos em que participava no Casino Estoril. Frisou que neste altura está completamente “apaixonado” pela sua “Hora H” e que quem continue a seguir o programa vai dentro em breve aperceber-se disso mesmo.O nome “Super Herman” foi uma sugestão de Paulo Dias. Herman gostou e diz que serve de pretexto para que utilize uma capa comprada em Paris que ele pensava custar 40 contos (200 euros) e quando se apercebeu tinha pago 400 contos (2000 euros). O adereço será usado no início do espectáculo para fazer uma imitação de Amália Rodrigues e também para cantar fado de Coimbra. Durante 90 minutos, vai ser possivel rever grandes “bonecos” desde o Sr. Feliz e Sr. Contente, Serafim Saudade, Maximiana, entre outros. O humorista aguça o apetite e revela que “vai estar em palco com a subtileza de um elefante numa loja de vidros”. Sobre a “Hora H” e a guerra de audiências com o “Gato Fedorento”, Herman referiu que apesar de há 10 anos o “Herman Enciclopédia” também ter perdido para a concorrência, pôs o País inteiro a utilizar expressões dele.
[Publicado em 07-03-2007 no jornal Noticias da Manha]
http://www.noticiasdamanha.net/
Arquivo - Guns n' Roses

Os fans dos guns n’ roses têm mais uma data de referência, esta anunciado para o próximo dia 6 de Março o lançamento do tão aguardado Chinese Democracy, que desde 1996 espera ver a luz do dia, será que é desta que Axl Rose dá uma prenda a todos os que esperam ansiosamente. Neste ano que se comemora o 20º aniversário do lançamento do seu álbum de estreia “Appetite for destruction” (em 86 tinham lançado um ep em edição de autor com apenas 1000 copias), numa grande editora vale a pena lembrar um pouco a historia de uma banda que ficou conhecida como “a mais perigosa do mundo”!!
A história dos guns começa com Duff McKagan, baixista, que em 1981, já tinha um currículo considerável de bandas pelas quais havia passado em Seattle. Em 1982, McKagan através de um anúncio de jornal chegou a Slash e Steven Adler, entretanto Izzy Stradlin e Axl Rose tocavam numa banda com o nome de hollywood rose, cruzam o caminho de Duff. Axl, que também cantava nos LA guns (de Tracii Guns) começa a ter problemas com alguns integrantes das duas bandas. O vocalista resolve então juntá-las ,e é também da junção do nomes que surge o nome da nova banda. Estava completa a primeira formação dos guns n' roses: W. Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Tracii Guns (guitarra), Duff McKagan (baixo) e Robert Gardner (Bateria). Não demora muito para marcarem alguns concertos, porém, três dias antes do primeiro, Tracii e Robert abandonam a banda e sem outra alternativa, Duff convida os seus amigos Slash e Steven Adler para substitui-los.
No disco que chegou ao primeiro lugar de vendas nos Estados Unidos, onde permaneceu durante 100 semanas podemos ouvir alguns dos clássicos como a balada “Sweet Child o’mine” ou “Welcome to the Jungle” (ganhou um premio Mtv para melhor vídeo), mas polémicos como sempre enfrentaram o boicote de algumas lojas devido à capa, considerada demasiado violenta o que levou a que nalguns países fosse trocada por uma 2ª versão onde se via um crucifixo igual ao que Axl tem tatuado no braço direito.
Depois deste primeiro sucesso a editora lança em 1989 o álbum Lies, que conta com 4 musicas em formato acústico de onde se destaca “Patience” e junta as 4 musicas gravadas ao vivo em 86, novo sucesso e pela 1ª vez uma banda de hard-rock consegue ter 2 discos nas tabelas dos mais vendidos, a vida desregrada e o abuso de drogas quase custou a vida ao guitarrista Slash e mais tarde seria a causa da saída do baterista que foi substituído por Matt Sorum (ex Cult).
Já em 1991 lançam 2 álbuns independentes com os nomes de “Use your Illusion” I e II , onde aparecem baladas como “November Rain” ou “Don’t Cry” e musicas mais pesadas “You Could be Mine” ou “Coma” , estes dois discos dão origem a uma digressão que se prolongou por mais de 2 anos e que os levou a todo o mundo com uma passagem por Portugal em 1992 no antigo estádio José de Alvalade. Durante esta digressão foram gravando o álbum de covers “The Spaghetti Incident?” , com musicas de bandas punk e uma letra de Charlen Manson que aparecia como faixa escondida devido aos direitos de autor do serial killer não poderam ser pagos ao mesmo mas sim à família de uma das suas vitimas.
Finda a tournée a banda separou-se tendo Axl comprado todos os direitos sobre o uso do nome “Guns n’ Roses”, desde então que têm passado uma infinidade de músicos e datas para o novo disco, com uma passagem pelo festival Rock in Rio III em 2001 (Rio de Janeiro) e outra em 2006 (Lisboa) espera-se agora o “novo” disco a 6 de Março e usando uma frase da própria banda “use your illusions” …
http://www.noticiasdamanha.net/
Arquivo - "All Stars" do Pop Rock Português


Rádio Macau, Jorge Palma, GNR, Pedro Abrunhosa e Xutos e Pontapés foram os convidados do concerto do passado dia 17, organizado pela revista Visão. Numa só noite e com actuações de cerca de 45 minutos cada, os grupos convidados foram apresentando o seu cartaz, tendo alguns optado por um “best of” da sua discografia. Os Rádio Macau tiveram a seu cargo iniciar o certame, apresentando as suas músicas mais conhecidas e brindando ainda pouco público presente com um inédito. Jorge Palma, bem disposto e inspirado, acompanhado pela banda de apoio “Os Demitidos”, subiu depois ao palco, apresentando os seus “clássicos” e algumas improvisações, como foi o caso da introdução de “Deixa-me rir”, onde utilizou “As time goes by”. Os terceiros da noite foram os GNR com Rui Reininho muito comunicativo com o público e extrovertido “qb”, com umas “tiradas” de samba a lembrar que estávamos no sábado de Carnaval.
sábado, 28 de abril de 2007
Arquivo - Manuel Murteira
.jpg)
A propósito da Feira de Antiguidades e Obras de Arte que decorre desde o passado sábado e até ao próximo domingo (11), no Centro de Congressos de Lisboa o NM foi até á zona historica da capital, numa rua onde existem vários antiquários, oa encontro de Manuel Murteira. O ex-presidente da Associação Portuguesa de Antiquários (APA) falou de um mercado que apesar de tudo parece não ser afectado pela crise.
Como é que esta o mercado das antiguidades em Portugal?
A crise económica existe, porém houve uma mudança no mercado, isto é, deixaram de se vender as coisas menos boas e começaram-se a vender melhor as peças mais importantes.Vendem-se menos peças, mas de melhor qualidade.
Que tipo de pessoas compra antiguidades?
Não há bem uma classe ou um tipo determinante, são os investidores em arte, as pessoas que quando a bolsa esteve pior encontraram aqui um investimento alternativo, coleccionadores. É um leque variado de pessoas.
Qual o tipo de antiguidades com mais procura?
Acho que se vende de tudo, a pintura nos últimos anos tem atingido preços muito elevados, mas também as pratas boas, o mobiliário, as porcelanas a faiança, praticamente tudo, eu acho que não há muito um tipo de peças mais vendidas, mas sim uma procura pela qualidade.
As pessoas compram mais como forma de investimento ou por gosto/colecção?
Há os dois tipos de compradores.
Vende-se mais peças nacionais ou estrangeiras?
O mercado não é muito estanque, nem pode ser, não faz sentido nenhum, vendem-se tanto peças estrangeiras como nacionais. Hoje em dia não há mercados locais, há um mercado maior, eu não diria global, pois neste caso não se aplica, mas um mercado muito abrangente.
A que mercados Portugal se vai “abastecer” de antiguidades?
Trabalhamos prioritariamente com o mercado interno, depois claro que há comércio com França, Inglaterra, eventualmente com a Itália embora em menor grau e também algumas transacções com Espanha.
As pessoas vêm as lojas ou esperam mais pelas feiras e leilões para comprarem?
Isso depende um bocado da situação geográfica das lojas, nós aqui (eu e os meus colegas) estamos num sítio privilegiado entre a Sé e o Castelo de S. Jorge, é um sítio muitíssimo central é fácil para os comerciantes estrangeiros cá chegarem.
E os turistas que passam por aqui, compram algumas peças?
Os turistas, no sentido lato da palavra, procuram outro tipo de coisa, aqui o que há são estrangeiros que visitam a zona histórica e têm alguma apetência pelas artes, visto que aqui perto também há a Fundação Ricardo Espírito Santo, o Castelo, o Tesouro da Sé, e acabam por visitar as lojas.
Como começou o gosto pelo mundo das antiguidades?
Acho que foi como a maior parte dos meus colegas, começa-se por coleccionar e acaba-se a vender.
De coleccionador a dono de uma loja e presidente da APA. Qual foi o percurso?
Comecei a comprar algumas peças quando vivia na Suíça. Em Genebra, a feira da ladra era em frente à Universidade e comprei lá as primeiras coisas, até que me tornei antiquário, quanto a presidência da APA foi um caminho normal visto que os corpos gerentes da associação são sempre eleitos por voto secreto. Foram quatro mandatos que exerci como presidente da APA (8 anos) e agora sou presidente da mesa da assembleia.
Sei que faz colecção, qual a peça que mais prazer lhe deu comprar?
Foi uma coisa que acabei por vender mais tarde, eram duas figuras de palácio que estavam no alto de uma escada de um palácio em Verona e talvez tenham sido essas duas peças as que me deram mais gosto ao comprar e de ter.
Das peças que ainda tem, qual a sua preferida?
Gosto muito de um retrato de um francês chamado Le Gabriel Blanche, que eu pus num catálogo de uma exposição de escolhas que se chamava “Escolhas, objectos raros e de colecção” e que tive em casa durante algum tempo e depois de fazer umas alterações trouxe aqui para a loja, mas é uma peça muito importante, um belíssimo quadro assinado do século XVIII.
E qual a peça que gostava de ter e ainda não comprou?
Há tantas …para mim, para a minha colecção pessoal, eventualmente algum quadro, talvez da Paula Rego que jamais comprarei porque não tenho meios para isso.
[Publicado em 05-02-2007 no jornal Noticias da Manha]
http://www.noticiasdamanha.net/